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UMA TEMPESTADE CHAMADA NADIA

NADIA REID | PRESERVATION

Eram as sete da manhã no relógio de cabeceira dele e abertas que foram as janelas naquele momento, podia ver a cidade a preto e branco.
“Porque é que chove sempre a preto e branco?” – Perguntou António para dentro de si sem esperar a resposta que não se fez.
Nada ecoava na casa, estava só. Só chovia fora de si, antes assim…. ou já estaria habituado a um qualquer Inverno que se instalara na sua existência, o empurrara para os livros de poesia como um castigo divino onde era suposto aprofundar o mais possível aquilo de que é feito o ser humano por dentro, ele próprio tantas e tantas vezes e principalmente, descascar as pessoas até elas se tornarem esqueletos de laboratório, sem pele em que tocar?

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